Cárcel y cotidianidad: experiencias de hombres indígenas en un establecimiento penal del Cono Sur de Mato Grosso do Sul (2011–2025): Vivências de homens indígenas em Estabelecimento Penal do Cone Sul de Mato Grosso do Sul (2011-2025)

Autores/as

Douglas Carvalho de Faria
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Monique Francielle Castilho Vargas
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Palabras clave:

Cárcel; Pueblos indígenas; Sistema penitenciario; Resocialización; Mato Grosso do Sul.

Sinopsis

La obra analiza las experiencias de hombres indígenas en el sistema penitenciario, tomando el concepto de escrevivência de Conceição Evaristo como referencia para comprender la escritura, la memoria y los relatos de vida como formas de resistencia y reexistencia en la cárcel. A partir de cuaderno de campo y entrevistas orales, el estudio evidencia cómo el racismo estructural, la invisibilidad institucional y la ausencia de políticas públicas específicas hacen que el ambiente penitenciario sea aún más excluyente para los hombres indígenas. Prácticas cotidianas como la música, los vínculos afectivos y las religiosidades aparecen como estrategias fundamentales para preservar la salud mental, la dignidad y la humanidad. La investigación demuestra que el régimen semiabierto resulta inviable para muchos indígenas, pues exige desplazamientos diarios a la prisión sin considerar la distancia de las comunidades ni las condiciones socioeconómicas de los internos. Se concluye que la resocialización efectiva requiere políticas penitenciarias humanizadas, culturalmente sensibles y socialmente justas.

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Biografía del autor/a

Douglas Carvalho de Faria, Universidad Federal de Grande Dourados

Mestrando em Antropologia pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), desenvolvendo pesquisa sobre as vivências de homens Guarani e Kaiowá no sistema prisional, com ênfase nas relações entre cárcere, cotidiano e liberdade no período de 2014 a 2025. Graduado em História pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), onde desenvolveu trabalho de conclusão de curso voltado às experiências de homens indígenas no Estabelecimento Penal de Amambai/MS. Durante a graduação, foi bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Pós-graduado em Metodologia do Ensino de História, Psicopedagogia, Gestão Escolar e Educação Especial, ampliando sua atuação nas áreas educacionais e interdisciplinares. Participa ativamente de eventos acadêmicos nas áreas de História, Antropologia, direitos humanos, políticas públicas, diversidade e educação antirracista. Seus interesses de pesquisa concentram-se em antropologia, história, povos indígenas, sistema prisional, direitos humanos e políticas públicas.

Monique Francielle Castilho Vargas, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

 Doutora em História Cultural pelo Programa de Pós-graduação de História da Universidade Federal da Grande/UFGD (2016- 2020). Graduada em História pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul – Unidade Universitária de Amambai (2006- 2009). Realizou Estágio de Pós-doutorado na Universidade Federal da Grande Dourados/UFGD. Bolsista cotista da CAPES pelo Edital de pesquisa Abdias do Nascimento, que tem por objetivo a inserção de mulheres pretas, pardas, indígenas e/ou com algum Transtorno Global de Desenvolvimento (TGD). Atualmente é docente no curso de licenciatura em História da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/UFMS. Pesquisadora docente associada ao Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação, Gênero, Raça e Etnia Grupo/GEPEGRE/UEMS. Área de concentração de pesquisa: Identidades, Identificações, Representações e Performances. Trabalhando com temas que envolvam: Indústria Cultural, Culturas Afro-brasileiras, Relações étnico raciais, Religiões de Matrizes Africanas, História Oral, Estudos Interseccionais e Ensino de História. 

Referencias

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Publicado

abril 24, 2026

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Detalles sobre esta monografía

ISBN-13 (15)

978-65-84067-22-6